hoje li um trecho de um texto que me deu uma pequena sensação do encontro com todas essas coisas que ando querendo:
"Todos os dias atravessamos a mesma rua ou o mesmo jardim; todas as tardes os nossos olhos batem no mesmo muro avermelhado feito de tijolos e tempo urbano. De repente, num dia qualquer, a rua dá para outro mundo , o jardim acaba de nascer, o muro fatigado se cobre de signos."
Quem escreveu foi Octávio paz, citado no livro da ostra feliz que não faz pérola de Rubem Alves.
E eu sigo dormindo e acordando na luta de poder continuar acreditando em mim mesma,no meu chamado,na minha intuição,na minha inspiração,nas minhas boas horas que irão chegar,enquanto não chegam eu vou zelando pelos dias,zelando pela minha escolha,acordando toda noite em sonhos,e acordando ao raiar do sol para despertar.
amém!


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