
Ta aceitei,vesti a carapuça...desde pequena atormentada por uma simples palavra que nem sabia eu,faria toda diferença nos meus complexos momentos de falta de identidade.
Uma linda me questionou diante de uma simples pergunta minha,eu apenas disse porque vamos enfeitar este telhado com o intuito de escondê-lo,o que ele tem de errado?a questão foi,vc é hippie né?ela não me disse isso pelo meu jeito de vestir,ou de falar,ou até jeito de ser,mas simplesmente me provou por uma opinião diferente de pessoas que pensam,um telhado rústico desse,tapa!!!
mas ai ela disse as palavras,vc acha o telhado bonito,vc é hippie né?eu me vi nada mais manda menos no lugar de uma hippie,mas não sou hippie como aquelas caraquituras,me indentifiquei com esse trem de ser hippie por apenas ser uma variante,uma coisa estranha,ahhhhhhhh,sim ,sim sim, eu me rendo,sempre desde pequena atormentada pela definição dos colegas de classe,e de rua,vc é hippie,mas agora me sinto mais uma espécie de amélie poulan do que uma cabeluda,com roupas estranhas,e olhar de eu te amo!!!eu sou aquela que ninguém entendia,todos olhavam meio estranho,e tinham até medo,aquela que sempre adorava aqueles figuras esquisitos,que ninguém curte,que todos tem medo,e esó eu me amarrava na criatura,eu sou o avesso mano,gato garoto,sou a que sempre surpreende(esse é um elogio do meu mariudo),nunca espere nada de mim,eu sempre pensarei d eformas imensamentes diferentes,eu gosto do obscuro,das flores que brotam sem que ninguém veja,ou saiba o que é.Como aquela música,do meu amigo,João do Vale.
Eu sou a flor que o vento jogou no chão
Mas ficou um galho
Pra outra flor brotar
A minha flor o vento pode levar
Mas o meu perfume fica boiando no ar
to feliz em ser algo que nem eu poderia entender...e me delicio em pensar que o tempo me definirá como algo que nunca poderá ser definido.Mas posso contentar aos outros confirmando apenas que sou uma hippizona!!!!
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