O rito de passagem, as dores do crescimento...
Carregava conchas nas mãos
Pés descalços sobre flocos de nuvens
Do seu portão rua longa sem fim
O que haveria no longe horizonte?
Cairia num escuro abismo?
ou teria potes de ouro onde findava o arco Iris?
Floresta no quintal de seres falantes
Duendes, anjos e elfos
De penas, pelos, e olhos de âmbar
Vermelhas pitangas, ameixas amarelas
Adormecida no colo da quaresmeira
Onde os sapos cantantes embalavam seu sono
Seres invisíveis habitavam o córrego-pântano
No silêncio das bananeiras
Voava nas asas do balanço
Afastava os devoradores de sonhos
Na companhia solitária do vento
O dragão guardião dos tesouros

Olá moça,bom que gostasse do blog...
ResponderExcluirseja bem vinda,seguindo aqui também.
Lindo lugar.
Bjos